quarta-feira, 19 de setembro de 2012




Relação bibliográfica sobre filogenética e comparações

A filogenia é o estudo que tem como principal objetivo determinar a relação evolutiva entre os seres vivos. Para isso é necessário compilar dados comparativos que possam ser observados em uma hierarquia biológica. Esses dados são obtidos com o estudo da biologia em geral.
Para que haja organização nos estudos e descobertas existem classificações para que os biólogos possam diferenciar os seres vivos. Variações intraespecíficas, em poucos casos estão disponíveis informações detalhadas, por isso é necessário que toda a área da biologia seja empregada, como por exemplo, a taxonomia.
Existe uma tendência em estudar apenas as espécies mais abundantes ou mais facilmente mantidas em laboratórios. Nos estudos das espécies, é possível colocar que a característica mais importante na comparação em um grupo são as observações não independentes, pois estão ligadas a um ancestral comum (DINIZ FILHO, 2000).

É impossível compreender algo sem saber o problema subjacente que pretende resolver. Desde quando surgiram os primeiros cientistas, eles sempre queriam descobrir como surgiram as espécies, e cada descobrimento elaboravam nomes para organismos.
Quando se aborda a questão da diversidade biológica, é necessário ter em mente a existência de dois aspectos distintos ainda que entrelaçados.
O número de espécies de animais, plantas e outros grupos formalmente descritos na literatura científica são ligeiramente inferiores a 2.000.000 (dois bilhões) de espécies. Alguns cálculos indicam que a diversidade atual representa cerca de 1% da diversidade produzida na história biológica. Isto eleva o número de espécies existentes atuais de quase dois milhões para um número talvez acima de cem milhões (AMORIM, 2002).

A ideia de Charles Darwin em seu principal livro, A ORIGEM DAS ESPÉCIES, de 1859, dita que todos os seres vivos existentes evoluíram de um ser primordial e que por implicações do meio ambiente e da alimentação, todos os seres em geral necessitam se adaptar até atingir um ponto onde sua espécie estaria em vantagem em relação às outras existentes. A esse fenômeno ele deu o nome de seleção natural.
Para explicar melhor suas ideias, ele se baseou que quando os seres vivos aderem essas características, elas são repassadas aos parentescos da espécie por hereditariedade.
No capitulo “Variação das espécies no estado doméstico” ele cita como evidencia, o pato. O pato doméstico difere-se do pato selvagem em diversas formas, uma delas pode-se encontrar em suas asas. Asas de patos domésticos são menores e menos rígidas, pois não utilizam o vôo para locomoção.
Para demonstrar sua teoria, ele desenhou uma árvore filogenética e hereditária onde as espécies estão relacionadas por um ancestral comum e em suas ramificações (galhos) estão as espécies que se adaptaram, e a partir dessas ramificações outras surgem (DARWIN, 1859).


Referências

DINIZ FILHO, José Alexandre F. Métodos Filogenéticos Comparativos. São Paulo: Holos, 2000.

AMORIM, Dalton de Souza. Fundamentos de Sistemática Filogenética. Ribeirão Preto: Holos, 2002.

DARWIN, Charles. A Origem das Espécies. São Paulo: Saraiva, 1859.


Alunos:
Dener Felipe    nº04
João Vitor        nº08
José Ricardo    nº 09


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